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Nosso Plano de Objectivos 2010

Desenvolver actividades de investigação académica sobre a Teoria da Psicologia Multifocal (TPM).

Estabelecer a ligação entre os ensinamentos da TPM tornando-a acessível ao grande público.

Promover workshops, seminários e outros eventos sobre para psicólogos, professores e outros seguementos.

Desdobrar a TPM em acções de formação específicas como a Consciência, a Memória, as Emoções,etc.

Incrementar a aplicação dos conceitos da TPM no desenvolvimento de talentos, inteligência, coaching, etc.

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Núcleo de Investigação em Psicologia Multifocal já tem director!

Nelson Lima, membro e coordenador do Instituto da Inteligência, vai dirigir o Núcleo de Investigação em Psicologia Multificocal da recém-criada Associação Europeia para o Desenvolvimento da Educação e da Cidadania (European Association for the Development of Education and Citizenship).
Mantem-se como coordenador internacional da rede do Instituto da Inteligência.
A Psicologia Multifocal foi criada e desenvolvida pelo psiquiatra e investigador brasileiro Dr. Augusto Cury (autor de "O Código da Inteligência" que Nelson Lima prefaciou na edição portuguesa, em 2008).

OS DESAFIOS DA EDUCAÇÃO

Associação Europeia para o Desenvolvimento da Educação e da Cidadania

Educação Multifocal também pode acontecer nas pistas!

A Universidade da Criança - que vai lançar em Portugal e Espanha o projecto Escola de Inteligência de Augusto Cury - criou um inovador centro de aprendizagem de karting para crianças como actividade extra-curricular. A Universidade da Criança e o Instituto da Inteligência estão envolvidas nas várias actividades do Centro de Estudos Augusto Cury

Augusto Cury patrocina Universidade da Criança

Localiza-se no Algarve (Portugal) e é uma das mais avançadas escolas portuguesas para crianças seguindo os princípios da Psicologia Multifocal de Augusto Cury, o qual é seu patrono. A Universidade da Criança e o Instituto da Inteligência estão ligadas por uma parceria estratégica desde 2006. Um pólo regional do instituto está localizado junto da escola (ver foto).
Mais informações www.unifuturo.net.

SOMOS ETERNOS APRENDIZES

"Sou um eterno aprendiz que no traçado da história tenta entender quem sou. Sou apenas um caminhante a procura de mim mesmo." - escreveu Augusto Cury em O Vendedor de Sonhos.
Muitas pessoas julgam-se donos da saber só porque têm um curso ou alguma cultura que se destaca da mediania. No meio académico e intelectual existe muita gente desse tipo. São pessoas geralmente vaidosas e muitas vezes arrogantes. A humildade é um atributo que não possuem. E o poder que julgam ter, não têm. Apenas estão iludidos com uma visão de si mesmos que está para lá da realidade concreta e da sua imensa ignorância.
Todos somos desconhecedores de muita coisa. Não há nenhum ser humano que seja capaz de ter acesso a toda a informação e conhecimentos que existe disponível no planeta. Querer arvorar-se em sabichão é o mesmo que estar em bicos de pés para parecer mais alto do que realmente se é. Considerar-se um simples aprendiz é uma atitude mais sensata e inteligente.

Muitas pessoas são zombies!

Augusto Cury diz que é raríssimo encontrar um ser humano verdadeiramente livre. Ele garante: "Ainda não encontrei nenhum". E adverte:
"Estamos frequentemente inertes, calados e somos silenciados no único lugar em que deveríamos gritar e rebelar-nos. Distribuimos um sorriso social que nem sempre espelha o nosso clima emocional".
"Na verdade - diz Augusto Cury - "deveríamos lutar contra as nossas mazelas psíquicas, mas intimidamo-nos dentro de nós. E no exterior, quando deveríamos agir com tolerância, tornamo-nos combativos e magoamos quem não merece. Vivemos uma sociedade superficial que não calibra este nosso foco. Erramos frequentemente o alvo".
Temos também muito medo de correr riscos, de ousar, de aventurar-nos nos caminhos da sabedoria, da auto-descoberta e na construção de novos conhecimentos que façam de cada um de nós pessoas mais lúcidas, mais justas, mais charmosas, mais encantadoras. Há por aí muita gente bonita por fora mas horrível por dentro. Vivem sufocadas pela baixa auto-estima, pelo medo e sobretudo pela ignorância.
"Muita gente esconde-se na ignorância. Não querem aprender mais, não querem saber mais de nada, contentam-se em passar os seus dias numa espécie de agonia, calando fundo o grito de viver que cada uma das suas células estão desejosas de fazer. E assim cada dia deslizam não ao encontro da vida mas a caminho da morte. Muita gente vive numa espécie de coma, de inconsciência profunda, pensando que estão vivendo. Mas não estão. Apenas vegetam, são como areias inertes. São zombies, ainda que falem, cantem, dancem e levem seus dias trabalhando em algum lugar e a gente as veja nos autocarros (ónibus), nas ruas, ao volante de seus belos carros. Mas não estão vivendo. Apenas estão andando de um lado para outro. Quando perceberem que não viveram seus dias usufruindo da sua inteligência e das suas capacidades já estão demasiado velhas para recomeçar" - diz Nelson Lima, disciplo de Augusto Cury e director de nosso Centro de Estudos em Portugal.

CURSO SOBRE AS EMOÇÕES

"O CÓDIGO DAS EMOÇÕES"
Na Espiritualidade, na Psicologia,

na Medicina e na Ciência.

Docente: Nelson S Lima, doutorado em Investigação Psicológica, colunista do portal IDADE MAIOR, membro de várias associações científicas internacionais (www.idademaior.iol.pt/).
Em Maio, no PORTO: dia 29 (sábado), manhã e tarde (até 18 horas); domingo, dia 30, até 12h30.
Em Junho, LISBOA: dia 5 (sábado), manhã e tarde (até 18 horas); domingo, dia 6, até 12h30.
Preço por pessoa: 25 euros (com diploma do Instituto da Inteligência).
Inscrições: geral@institutodaintelihgencia.net.

Augusto Cury membro da Academia de Sobredotados (Portugal)

Augusto Cury é membro honorário da Academia de Sobredotados do Instituto da Inteligência, sediado em Portugal e Inglaterra. Visite www.academiadesobredotados.com

Congresso de Educação (Bahia) com Augusto Cury

O fascínio pelas celebridades!

Nelson S Lima, presidente do Instituto da Inteligência e diretor do Centro de Estudos Augusto Cury, em entrevista à famosa revista internacional VOGUE disse:
"Há muito complexo de inferioridade por aí devido a erros aberrantes de educação recebidos na infância. Muitas pessoas têm dificuldade em perceberem o quão inteligentes e talentosas são. Outras excedem-se e o juízo crítico que fazem de si mesmas é francamente exagerado. Buscam as várias plataformas da fama hoje disponíveis para satisfazerem egos fragilizados e diminuídos.
Cada pessoa é livre de se inspirar em celebridades que admirem mas nunca devem subjugar-se à tentação de as copiarem. A cópia será sempre inferior ao original e as pessoas perdem sucessivas oportunidades para tornarem a sua própria vida numa aventura maravilhosa, ela mesma inspiradora para os outros".

Leia a entrevista completa em
www.maispersonalidade.blogspot.com

A idade do cérebro é igual à idade da mente?

Em boa verdade, não. Por isso é que há muitos idosos com uma mente inegavelmente jovem e muita gente nova mentalmente envelhecida. Pode parecer um exagero, até mesmo uma impossibilidade, mas não é. Mais: não se trata de uma fantasia mas de uma constatação que os estudos científicos têm vindo a confirmar sucessivamente.
Isto é muito interessante porque a mente deve ser daquelas poucas coisas do Universo que, com o avançar do tempo, em vez de envelhecer revela capacidade para se manter jovem, parecendo contrariar as leis da Natureza e da Vida.
Saiba mais lendo www.idademaior.iol.pt onde escrevemos sobre esta interessante matéria!

2012: o que você pensa do assunto?

O que pensa você deste assunto?
Bobagem? Ficção científica? Só para ignorantes? Marketing?
Responda em

Instituto da Inteligência na revista ELLE

Foram 17 perguntas da jornalista Sandra Gato ao director do Instituto da Inteligência, doutor Nelson S Lima. Esta foi a última:
ELLE: Pode fazer-me um resumo breve do livro que vai publicar em breve?
Resposta: O meu livro fala de tudo isto (a mente humana) e dá sugestões. Aborda temas como a “mente instintiva”, a “mente emocional”, “os códigos da felicidade”, os “níveis de desenvolvimento pessoal” a que cada um de nós pode ascender, etc. É um livro prático que também tenta diluir alguns dos enigmas da vida como a “consciência” e o “espírito”. Inclui a uma breve história da mente humana (recuando 2 a 4 milhões de anos) e uma projecção do seu futuro (para daqui a 100, 1000 ou 1 milhão de anos). Acredito que será um livro muito interessante e para todos os públicos.
A entrevista será publicada numa das próximas edições da ELLE.

Instituto da Inteligência: quantos amigos você tem realmente?

A edição de hoje do diário português " i ", um dos mais modernos e conceituados jornais europeus, escreve sobre a quantidade de relacionamentos e sobretudo amigos que cada um de nós é capaz de ter. O trabalho, assinado pela jornalista Clara Silva, baseia-se na teoria denoninada "número de Dunbar" a qual diz que o nosso cérebro apenas é capaz de interagir e realizar/cultivar amizades com um máximo de 150 pessoas. Tudo isto vem a propósito do que se passa nas redes sociais tão em voga na internet onde existem pessoas com mais de 4000 amigos (na verdade, contactos ou membros virtuais). Solicitado a comentar este novo fenómeno proporcionado pela internet, Nelson S Lima, do Instituto da Inteligência, explica que aquele número "pode ser flexível" e que, "o que importa, não é o número mas sim a qualidade das relações e a disponibilidade que temos para as cultivar".
Confirme em ww.ionline.pt/conteudo/43489-no-facebook-cabem-5-mil-amigos-na-sua-cabeca-so-150 (na versão em papel pode ler o artigo na página 23 onde se encontra mais desenvolvido).

A problemática dos filhos únicos!

O jornal " i " publicou, na sua edição do fim-de-semana de 23/24 de Janeiro, e inserido na revista "nós", um trabalho da jornalista Ana Catarina Ferreira intitulado "Príncipe ou Ditador?". O tema é sobre os filhos únicos.
Segundo o Instituto Nacional de Estatística existem, em Portugal, 600 mil famílias que têm apenas um filho (por comparação veja-se a diferença: existem 134 mil famílias com três filhos).
Educação, personalidade e comportamento dos filhos únicos são as questões centrais deste trabalho jornalístico em que participam a psicóloga Ana Pina Martins do Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA), o consultor e neuropsicólogo Nelson S Lima do Instituto da Inteligência e uma mãe norte-americana, Carolyn White, gestora do site www.onlychild.com (nos Estados Unidos é de 23% a percentagem de mulheres com apenas um filho).
Para ler nas páginas 30 e 31 do suplemento "nós" do jornal i (www.ionline.pt).
Para ler a entrevista integral visite www.academiadepais.blogspot.com/ (página de PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO).

Tipos de Memórias

Na Psicologia Multifocal (de Augusto Cury) existem dois tipos de memória que são centrais para entendermos o funcionamento da mente:
- a memória existencial (ME); e
- a memória de uso contínuo (MUC).
Estas duas memórias formam a totalidade da história intrapsíquica de um ser humano, contendo, portanto, todos os segredos da sua vida.
A Memória Existencial (que os neurocientistas chamam de Memória Autobiográfica) representa as experiências que vão sendo registradas ao longo da vida. A Memória de Uso Contínuo representa as informações que vão sendo usadas e rearquivadas continuamente, tais como os endereços das residências e dos e-mails, os números telefónicos, as fórmulas matemáticas, as palavras que compõe uma língua.
É fácil de perceber: por que conseguimos nos "lembrar" de maneira mais exacta de determinadas informações? Porque elas são usadas continuamente e, consequentemente, são novamente arquivadas, ficando mais disponíveis para serem lidas. Se deixarmos de usar determinadas informações, elas vão sendo substituídas e arquivadas na memória em zonas de acesso mais difícil.

Livros mais lidos em 2009 (Brasil)

Os livros mais lidos no Brasil, durante 2009, foram A Cabana de William Young, Comer, Rezar, Amar de Elizabeth Gilbert e O Código da Inteligência de Augusto Cury (todos ocupando o 1º lugar das vendas).
No que respeita aos livros de Augusto Cury o 4º lugar foi ocupado por O Vendedor de Sonhos, em 8º Nunca Desista de Seus Sonhos e em 10º O Vendedor de Sonhos e também A Revolução dos Anónimos.

Conhecer as emoções para SER FELIZ

Lançado em 2001, o livro "Treinando a Emoção para Ser Feliz", de Augusto Cury, é uma das suas melhores obras.

Numa época caracterizada por medos, incertezas, pensamentos acelerados, angústias e depressões, "treinar a emoção é desenvolver as funções mais importantes da inteligência tais como aprender a gerenciar os pensamentos, proteger a emoção dos focos de tensão, pensar antes de agir, se colocar no lugar dos outros, perseguir os sonhos, valorizar o espectáculo da vida" - escreve A. Cury no prefácio do livro.

Há, nesta obra, uma advertência muito curiosa e oportuna: "muitos livros de auto-ajuda vendem uma ideia inadequada do que é ser feliz" - escreve Cury. "A felicidade - diz ele - tem muitas filhas e filhos: o amor, a tranquilidade, a sabedoria, a alegria, a paciência, a tolerância, a solidariedade, o perdão, a perseverança, o domínio próprio, a bondade, a auto-estima. Nunca se viu uma família tão unida!".

E essa unidade aqui descrita através dos nomes dos seus vários membros (amor, alegria, perdão, etc.) não pode ser desfeita. "Se você maltratar alguns dos seus membros, tem grande chance de perder a família toda" - adverte Augusto Cury.

De forma que a melhor maneira de você cultivar a felicidade é "aprender a conhecer o mundo da emoção". Veja: a felicidade, diz o mestre, é amiga do tempo e nós precisamos de tempo para treinar a emoção. Mas, como treinar a emoção? Não são as emoções demasiado biológicas, arreigadas em nosso organismo e nossa psique, para poderem ser treinadas? Sim, as emoções são feitas de estruturas pesadas.

O medo, por exemplo. É uma emoção básica, essencial à vida. Em doses normais, o medo apenas aparece quando se justifica. Ajuda a nos proteger contra os perigos. Mas, quando incentivado por uma sociedade complexa como a nossa, o medo pode tornar-se num monstro horrível e aniquilar nossas potencialidades para sermos felizes (você sabia, por exemplo, que 1% das crianças têm medo de aprender assuntos novos? Parece estranho quando sabemos como as crianças são curiosas e gostam de aprender. Pois é. Mas há crianças que têm medo que as coisas novas que vão aprender na escola lhes tragam surpresas desagradáveis. Preferem o comodismo da ignorância (infelizmente, muitos adultos também sofrem do mesmo mal e preferem - mesmo! - manter-se incultos e analfabetos, recusando novos saberes que só poderiam enriquecer suas vidas).

As emoções podem ser chamadas de "básicas" ou primitivas quando, como o medo ou a ira, vêm inscritas em nosso código genético como instrumentos de defesa e sobrevivência. Nascemos com elas. Outras, como a vergonha, são aprendidas. São emoções de 2º nível. Adquirimo-las ao longo do nosso crescimento através da interacção social com os outros. Veja como os outros podem então ser determinantes para a nossa vida emocional: podem fazer-nos sofrer ou fazer felizes. Podem ajudar-nos a sermos senhores de nossas emoções ou escravos delas (pais e professores tenham cuidado com o que dizem às crianças!).

Para que possamos viver mais felizes, Augusto Cury ofecere-nos algumas dicas precisosas. Veja:
- não faça o velório antes do tempo, não sofra por antecipação (os que sofrem por antecipação treinam ser infelizes, gastam uma energia vital, fazem de suas vidas um canteiro de preocupações e stress);
- não faça de sua vida enocional uma lata de lixo social; proteja-se dos focos de tensão, não permita que as perdas e as frustações invadam sua vida;
- não seja carrasco de si mesmo (não seja ambicioso ao ponto de colocar metas inatingíveis para si, não tenha medo de falhar e errar, proiba-se a si mesmo de sentimentos de culpa e nem cobre dos outros o que eles não podem dar!).
Nelson S Lima
Cursos, palestras e workshops em Portugal:
  • Treinar o Pensamento para Ser Feliz!
  • Os Professores e o Código da Inteligência!
  • Auto-descoberta e Felicidade!
  • O Papel da Emoção na Auto-cura!
  • Professores Brilhantes, Alunos Fascinantes!
  • Os Códigos da Escola da Vida.

Informe-se em geral@institutodainteligencia.net

O Futuro do Homem: o nosso destino é o Universo!

Olhando para o passado da evolução humana nos últimos 15 a 20 milhões de anos tudo parece indicar que viemos para ficar ainda que possamos ser apenas mais uma espécie que dará um dia origem a novas ramificações mais evoluídas. Daqui decorre a teoria do Universo Humano. Esta teoria - que me atrai bastante - vê o universo como um espaço imenso que será um dia povoado pelos seres humanos (Nelson S. Lima). Ler texto completo em http://www.osfeiticeirosdaespiral.blogspot.com/

A inteligência não morre connosco!


Você tem consciência da brevidade da vida?
Tal consciência o estimula a buscar a sabedoria
e investir em qualidade de vida?
Augusto Cury

Antes da nossa espécie (que a ciência designa como Homo Sapiens Sapiens) viveram na Terra outros seres com características que a pouco e pouco se foram aproximando da nossa. Esses hominídeos foram muito diferentes entre si. Inicialmente terão sido indivíduos relativamente frágeis vivendo de forma muito primitiva e difícil. Muitas espécies precederam a nossa mas tudo indica que elas se seguiram umas às outras como se cada uma delas deixasse um legado à que se lhe sucedia. Isso durou milhões de anos.

Poucos vestígios nos deixaram da sua presença na Terra. Os estudiosos continuam a escavar o solo à procura de testemunhos desses seres primitivos na tentativa de se reconstituir a nossa verdadeira história. Esse esforço é muito importante, tão importante como enviarmos sondas a Marte ou a outros planetas à procura de indícios de vida.

Estamos pois com um olho no passado e outro no futuro. E é assim de que deve ser, mesmo na nossa vida pessoal. Nós estamos permanentemente entre o ontem e o amanhã mas estamos sempre deslizando rumo ao futuro. Futuro que um dia viveremos como presente e que de imediato fica para trás. É como um movimento perpétuo, como uma onda que atravessa o oceano do tempo.

A inteligência antes do ser humano
Mas estava eu dizendo que somos descendentes de seres que a pouco e pouco se foram espalhando pela Terra cuidando das suas crias, construindo os seus lares e deixando a marca da sua passagem.
A nossa espécie só existe à uns 200 mil anos, segundo alguns estudos. É muito pouco tempo quando comparamos com os 7 ou 8 milhões de anos, um tempo anterior em que já por aqui andavam pequenos hominídeos (setenta milhões de anos antes já tinham desaparecido os dinossauros). Isto são períodos de tempo colossais!

A inteligência chegou à Terra muito antes desses tempos longínquos. Ela surgiu nos pequenos seres microscópios que chegaram ainda há mais tempo pouco depois de se ter dado o milagre da Vida. Ou terá a inteligência chegado com a própria Vida há milhares de milhões de anos?

Estou em crer que sim. E desde então marcou toda a história deste cantinho do Universo através de seres cada vez mais complexos e inteligentes. E assim continuará.

A inteligência depois de nós
Cada um de nós é pois uma peça de um imenso puzzle. E a nossa inteligência, aquela com que nos identificamos e que rege a maioria das nossas escolhas e do nosso destino, faz também parte de um todo universal que vem do passado e vai fluir rumo ao futuro.

Quando nascemos já trazemos as grandes estruturas da nossa inteligência, aquelas que farão de cada um de nós pessoas distintas e com uma história própria. Inteligência que, afinal, já vem de trás, dos nossos antepassados e que nos é transmitida por via natural. Assim, cada um de nós, contém em si mesmo uma parte importante de inteligência muito antiga, tão antiga como a própria Vida na Terra.

Ela nos liga todos uns aos outros, não apenas aos outros humanos mas aos restantes seres vivos, de hoje e do passado. Fazemos assim parte de um ecossistema complexo e inteligente que tem evoluído desde a origem do Universo. E um dia, quando chegar a vez de abandonarmos a nossa viagem, podemos ter a certeza que uma parte da nossa inteligência continuará na Terra e se projectará no futuro dando continuidade e consistência ao fenómeno da Vida. Como? Através dos nossos descententes (filhos, netos, bisnetos...) a quem transmitimos uma boa parte dos nossos genes mas também dos nossos ensinamentos e memórias. Morrer será então e apenas um momento da Vida que nos ligará ao futuro através dos outros.

Nelson S. Lima

Ano: 2010

Você nunca sabe o que acontecerá
no dia amanhã. O ideal não é esperar
grandes mudanças para produzir
grandes atitudes.
Hoje você tem seus filhos, sua esposa,
seu marido, seus pais, seus amigos e
colegas de trabalho. Eles são um
grande tesouro. Mas será que você tem
explorado esse tesouro? Será que você não
se enterrou no solo de suas
preocupações, no terreno da sua
ansiedade?
Saia do labirinto e refaça a sua agenda.
Saia para amar, conquistar novos
caminhos, abrir novos horizontes,
ser líder de seu próprio mundo.
Augusto Cury

Objectivos do nosso Centro de Estudos (2010)

Plano de Objectivos para Portugal e Brasil:
- Desenvolver actividades de investigação académica sobre a Teoria da Psicologia Multifocal (TPM) de Augusto Cury;
- Estabelecer a ligação entre os ensinamentos da TPM e os diferentes públicos, tornando-a também acessível ao grande público;
- Promover workshops, seminários e outros eventos sobre TPM para psicólogos, professores e outros seguementos acadêmicos;
- Desdobrar a TPM em acções de formação específicas como a Consciência, a Memória, as Emoções e outras disciplinas;
- Incrementar a aplicação dos conceitos da TPM nas actividadesde desenvolvimento de talentos, inteligência executiva, coaching, etc.
- Estabelecer relacionamentos com o autor da TPM.
Responsáveis:
Nelson S Lima (Portugal) e Daniel Figueiredo (Brasil).

O futuro da mente humana...

Muitas pessoas (cada vez mais) acusam síndrome do pensamento acelerado, estados depressivos, ansiedade patológica, instabilidade, inquietude e medos. Não estaremos no limite das nossas capacidades mentais? Ou estaremos apenas impreparados para acompanhar o ritmo de transformações e a torrente de informação que todos os dias e a toda a hora nos cerca e invade?
A questão - que não é apenas do foro clínico - merece que nos debrucemos sobre ela.

Saiba mais em www.territoriosdamente.blogspot.com.

Enriqueça sua mente e sua vida!

TOME NOTA!

Não envie sua candidatura!

Saúde e longa vida dependem da mente!

Quantas indisposições "físicas", quantas doenças e perturbações não têm origem no nosso mundo psíquico, por vezes nas memórias emocionais, sem que disso tenhamos consciência?
Infelizmente, os médicos, de uma maneira geral, tratam os problemas psicossomáticos com alguma indiferença, até mesmo com algum desprezo. E, não obstante, o tema é científico e não esotérico. Faria muito bem a muitos médicos perceberem um pouco mais da psicologia humana e tratarem dos doentes mais do que das doenças propriamente ditas.
Saiba mais em www.neurofitness.info/ (Instituto da Inteligência)

CURSO DAS EMOÇÕES

Oferta de Augusto Cury Centro de Estudos (Portugal/Brasil) com aulas de no sistema de aprendizagem à distância. O curso exige cerca de 10 horas de estudo. Com Exame Final Escrito e Certificado de Curso.
Segundo o psiquiatra Augusto Cury, as emoções representam um dos códigos da inteligência. Elas são poderosas, como todos sabemos, ao ponto de interferirem nas nossas decisões.
Na história humana, as emoções são mais antigas do que as funções superiores da mente. Elas estavam inicialmente mais próximas dos instintos (ainda mais antigos do que as emoções!). Só depois foram evoluindo graças a numerosos factores genéticos e ambientais.
O facto de sermos seres sociáveis e de termos desenvolvido uma linguagem permitiu que as emoções básicas (medo, raiva, tristeza, etc.) tenham evoluído para outras mais subtis como a afectividade, a vergonha, a timidez, o altruismo, etc.
Neste pequeno curso vamos explanar sobre isso. Se você for um dos contemplados vai ficar a saber assuntos muito interessantes e pouco conhecidos sobre as emoções, como a auto-regulação e a integração. Tudo respeitando a verdade científica, sem expeculações que apenas causam dúvidas e promovem a ignorância.

Uma visão crítica da obra de Augusto Cury

Augusto Cury é um dos grandes autores modernos do Brasil. Psiquiatra e escritor, ele é lido por milhões de pessoas. Da sua já longa lista de obras tem um livro de 1998 que lança as bases da Psicologia Multifocal (o livro é "Inteligência Multifocal"). O resto do seu trabalho escrito é constituído por livros que geralmente se identificam com a literatura de auto-ajuda onde se incluem os romances de cariz filosófico e humanista como "O Vendedor de Sonhos".

Alguns dos seus livros são do melhor que há no género. É o caso de "O Código da Inteligência". Todavia, uma visão crítica ao seu percurso de escritor permite-nos concluir que, a nível académico e científico, o contributo do Dr Cury tem sido, infelizmente, muito reduzido. Na verdade, tendo ideias brilhantes, pena é que ainda não tenha desenvolvido totalmente a sua teoria da inteligência multifocal. É algo que faz falta na sua carreira como psiquiatra-escritor.

Não sendo um autor científico do tipo que escreve para o grande público (como faz, por exemplo, o professor Robert Sternberg) mas um médico psiquiatra que escreve livros de aconselhamento (o que o coloca ao lado de médicos como o também famoso Deepak Chopra) é alvo fácil de ataques da crítica, sofrendo do desinteresse por parte do mundo universitário (salvo algumas excepções) e dos grande centros de pesquisa psicológica. E isso é uma pena pois o talento do Dr Cury está à altura dos melhores pensadores que trabalham na área da psicologia.

De facto e lamentavelmente, em nenhuma obra de autor de nomeada que trabalhe na investigação da inteligência (caso de Howard Gardner, criador da Teoria das Inteligências Múltiplas ou de Sternberg, autor da Teoria Triárquica da Inteligência) é referida a "teoria da inteligência multifocal" de Augusto Cury.

Ora isto acontece porque o Dr Cury, infelizmente para a Ciência, não desenvolveu ainda, de forma aprofundada, as suas ideias e saberes contidos no que ele chama de "inteligência multifocal". E valeria a pena que o Dr Cury reservasse algum do seu tempo e esforço para se debruçar sobre essa lacuna e a resolvesse.

Cury escreveu (1998) que a inteligência multifocal é uma teoria psicossociofilosófica baseada em "princípios que objectivam resolver as perturbações psíquicas, utilizando a capacidade de pensar". De repente, ficamos com a ideia de que a sua teoria é decorrente de uma visão sobretudo médica (psiquiátrica) da inteligência. Veja-se que o autor criou conceitos como "janelas killer" ou SPA (síndrome do pensamento acelerado) - termos clínicos muito interessantes mas que precisam de mais substância científica para serem validadas.

Para alguns mais exigentes, o Dr Cury, é um autor que, actuando como um "psicólogo humanista" na linha de Carl Jung, afastou-se do seu trabalho teórico inicial e enveredou pela "auto-ajuda" e a "espiritualidade" na senda de autores como Osho, Deepak Chopra e outros que vendem muitos livros mas que são cientificamente irrelevantes, pese embora o seu interesse no mercado livreiro.

Apesar da visão crítica aqui expressa (que pretende ser construtiva), não se pode retirar mérito à brilhante e cada vez mais consistente obra de A.Cury. Milhões de pessoas deliciam-se com os seus livros, as suas ideias, os seus conhecimentos. Ele é, para muita gente, uma fonte entusiástica de inspiração, esclarecimento e ajuda. O seu contributo para uma melhor Humanidade é, nesse capítulo, indiscutível. E isso faz dele um autor excepcional!

Parceria com CONFAP

Somos parceiros reconhecidos pela CONFAP (Portugal)
Confira no site: www.confap.pt/confap.php?pagina=parceiros

Escolas de Inteligência em Portugal e Espanha

A Universidade da Criança – estabelecimento particular de ensino sedeado em Portimão - adoptou o projecto-piloto preparado porA. Cury, o primeiro laboratório pedagógico na Europa das suas metodologias e ensinamentos, que assentam fundamentalmente na teoria da psicologia multifocal, nos códigos da inteligência e na humanização do conhecimento.
A instituição será a partir de 2010 o rosto e a plataforma operativa da “Escola da Inteligência” na Península Ibérica, projecto que passa pela criação de 50 Centros de Estudos Augusto Cury em Portugal, numa primeira fase, e de 100 unidades similares em Espanha, numa segunda fase, todos coordenados a partir da cidade de Portimão (Portugal), de onde o lançamento deste projecto será feito em Março próximo tendo, entre outros, o apoio académico do Instituto da Inteligência.

AUGUSTO CURY EM PORTUGAL

Dias 7, 8 e 9 de Dezembro, Augusto Cury esteve em Portugal, mais concretamente no Algarve, de visita à Universidade da Criança, ao Instituto da Inteligência (núcleo do Algarve) e à sede do Município (Perfeitura) da cidade de Portimão.
Augusto Cury foi recebido pelo executivo camarário no Salão Nobre dos Paços do Concelho, onde o especialista falou sobre o seu projecto pedagógico “Escola de Inteligência”.
Depois de o presidente da Câmara Municipal de Portimão, Manuel da Luz, ter apresentado o convidado como “um ilustre reformador do sistema educativo, com quem temos muito para aprender”, Augusto Cury sintetizou o método de ensino que advoga como “um grande desafio, procurando levar os jovens a cultivarem o prazer de aprender”.
Perante um sistema educacional doente, estamos gerando receptores de ideias, gente com altruísmo, inteligência e solidariedade, porque a família humana de que todos fazemos parte exige cada vez mais respostas contra o individualismo e egocentrismo que imperam”, realçou.

Novo livro de Augusto Cury!


No seu novo livro, Augusto Cury avalia as pessoas que apesar do seu potencial para a genialidade são tolhidas da sociedade. Além disso, alerta a juventude para se preparar para enfrentar os problemas ambientais do futuro.

Nesta história, Bartolomeu e Barnabé são personagens que já estavam nos dois primeiros livros da saga O Vendedor de Sonhos. Em De Gênio e Louco Todo Mundo tem um Pouco, eles ganham o centro da narrativa e ficamos conhecendo quem são esses dois maltrapilhos que, um dia, se juntaram ao Vendedor de Sonhos para acompanhá-lo na sua luta para semear sonhos e fazer um mundo melhor.
Bartolomeu e Barnabé são dessas pessoas que enfrentam a vida de maneira diferente: se metem em muitas enrascadas e fazem os outros pensarem em suas acções. Tão populares quanto os palhaços, eles também possuem um profundo lado trágico. A combinação desses dois lados é explosiva.

Leia a entrevista com AUGUSTO CURY nesta página:
http://www.psiquemultifocal.blogspot.com do Centro de Estudos Augusto Cury.

Irmão de Augusto Cury relança livro!

O escritor e professor universitário Salem Cury relançou o livro "O Amanhã será eterno" com um novo nome: "Nunca Desista de Viver".
Durante uma entrevista a um jornal brasileiro, Salem contou que o livro manteve o conteúdo do anterior e ganhou novos capítulos que retratam como superou a forte depressão, inclusive uma tentativa de suicídio, após o trágico acidente criminoso que tirou a vida da sua esposa Josi, dos filhos Salem e Salomão e do amigo dos filhos Matheus, ocorrido em 20 de abril de 2002.
"A editora anterior enfocou muito o acidente e os leitores me questionavam como eu tinha superado esta perda tão profunda. Então surgiu a proposta do Grupo português Leya, que está investindo no mercado editorial no Brasil. Eles gostaram do livro e concordaram que a história de superação merecia um enfoque mais abrangente e foi o que fizemos", destacou o escritor.
Salem conta que o primeiro livro surgiu como uma necessidade de expressar e dividir a angústia que estava vivendo e depois de alguns problemas profissionais que ainda estão pendentes, resolveu seguir a carreira literária, decisão que, logicamente, contou com o apoio do irmão, o best-seller Augusto Cury.
Salem assinou contrato com o Grupo Editorial Leya, considerado o maior de Portugal e já tem outros dois livros prontos para serem lançados: "Pés de Diamante - O filho do medo" (ficção jurídica) e "Os Segredos dos que não desistem".
Segundo ele, em 2010 serão lançados três novos livros e outros três para 2011. O então juiz federal, Salem Cury, hoje é professor universitário e recorreu na Justiça a decisão que o afastou do cargo na magistratura. O escritor casou-se novamente e tem dois filhos.

Cury instiga jovens a ‘assumirem’ futuro!


Psiquiatra e psicoterapeuta, Augusto Cury se preocupa com a geração que tem como responsabilidade salvar o planeta!
Com mais de 20 livros em seu currículo e milhões de exemplares vendidos no Brasil e no mundo, o psiquiatra e psicoterapeuta Augusto Cury, em entrevista exclusiva ao Jornal da Cidade, falou sobre sua paixão pela mente humana e a preocupação sobre a geração de jovens que tem como missão salvar o futuro do planeta.
Consulte http://www.jcnet.com.br/detalhe_geral.php?codigo=169915

POLÉMICA: Paulo Coelho x Augusto Cury!!!

Leia o texto de Elenilson Nascimento em www.clubeaugustocury.ning.com sobre a celeuma levantada por Paulo Coelho sobre QUEM VENDE MAIS LIVROS?
Quem é o autor do interessante texto? Veja sua própria apresentação (retirado do seu blogue): seu instrumento de trabalho: a literatura. Suas vítimas: os leitores incautos. Sua meta: criticar, escrever, publicar, deliciar. Sua cara: ainda pouco veiculada. Seu endereço: desconhecido. Seu diálogo com o público: um monólogo interior. Seu número de telefone: nem mesmo sua família sabe. Ele é um ex-professor (*que não acredita mais em educação e em instituições desse país), escritor desaforado, poeta indignado, e como se não bastante, ficcionista de mão cheia. Graduado em Letras e Jornalismo, pós-graduado em Metodologia do Ensino, mestrando na área de Comunicação e que até hoje se pergunta para que entrou em faculdades.
Seu blogue www.literaturaclandestina.blogspot.com.

As pessoas são prisioneiras de si mesmas

"Uma pessoa autoritária, com atitudes ditatoriais, não é forte, como pensa o senso comum, mas frágil e insegura, pois é controlada, dominada pela sua própria história intrapsíquica, pela rigidez das suas próprias ideias (...)".
Mas também "há milhões de pessoas ditadoras de si mesmas nas diversas sociedades, pessoas que são incapazes de ferir e tolher conscientemente os direitos dos outros, mas que são algozes, carrascos de si mesmas. Essas pessoas não se permitem relaxar, errar, reciclar-se, começar tudo de novo, experimentar o prazer de viver, etc. Eu costumo dizer que as pessoas rígidas e autopunitivas dançam a valsa da vida com as duas pernas engessadas. Elas costumam ser óptimas para os outros, mas péssimas para si mesmas".
A.Cury (1998)

COMPREENDER A OBRA DE AUGUSTO CURY

Na generalidade, os livros de Augusto Cury são de fácil leitura. Como seria de esperar, a maioria deles obteve grande sucesso. Suscitam entusiasmo e criaram uma legião de seguidores de seus pensamentos. E também muitos detractores que o acusam de ser um escritor que se limita a dizer banalidades e a repetir ideias, verdades e crenças universais.
Não vou perder tempo com esses indivíduos (alguns, por aquilo que escrevem, denunciam bem o quanto poderiam aprender com Augusto Cury curando suas fragilidades e perturbações) mas centrar-me no que a obra de Augusto Cury trouxe de realmente novo (e que explica todo o sucesso de vendas obtido pelo autor).
Augusto Cury com a sua formação em psiquiatria é um filósofo e humanista e a sua missão é o de esclarecer as pessoas sobre como podem superar problemas prementes e actuais como a angústia existencial, o síndrome do pensamento acelerado, os desequilíbrios emocionais e outras moléstias típicas de um mundo que parece estar à beira de um ataque de nervos (aliás, um mundo neurótico).
Pretendendo escrever para um maior número possível de leitores, Cury aborda questões complexas de forma acessível, sem se aprofundar em explicações científicas escusadas e apresenta sempre uma mão cheia de sugestões e propostas para as ultrapassar. É, na verdade, um autor pujante e criativo e ninguém se pode queixar que os seus livros sejam vazios de ideias. São magnificamente bem escritos e contêm uma característica central que explicam o seu sucesso: são livros inspiradores.
Sugiro ao leitor que seja também membro da comunidade de leitores de Augusto Cury inscrevendo-se em www.clubeaugustocury.ning.com/ e também em www.sejafeliz.ning.com/ onde encontrará centenas de outros adeptos da sua já longa obra.
Nelson S Lima

Para além de PAIS BRILHANTES, PROF(s) FASCINANTES

O famoso livrinho de Augusto Cury "Pais brilhantes, Professores fascinantes", publicado no Brasil, pela primeira vez, em 2003, lançou definitivamente o autor. Obras como "Você é Insubstituível" ou "Dez Leis para Ser Feliz" já tinham preparado o terreno e afirmado Augusto Cury como pedagogo, mais do que como escritor de auto-ajuda (que ele recusa assumir).

Seis anos depois da primeira edição de "Pais brilhantes, Professores fascinantes" o livro continua actual. Talvez mais actual que nunca pois as condições da sociedade pioraram e a educação não melhorou. As dificuldades dos pais para darem uma educação para a felicidade e o sucesso dos filhos continuam com obstáculos (muitos compromissos, stress, poucos tempo para eles, etc.). A escola (o ensino), com raras excepções, não teve melhor sorte. Assim, as sugestões de A.Cury podem (devem) ser seguidas pois as crianças andam mais hiperactivas, mais stressadas, mais inquietas, mais ansiosas e mais deprimidas (a depressão nas crianças exprime-se de forma diferente dos adultos; muitas vezes parece estar tudo bem com o ânimo delas mas não).
Pais e professores: é altura de lerem (ou relerem) este livro!

O que podemos aprender com A. Cury

No livro Nunca Desista de Seus Sonhos o psiquiatra Augusto Cury debruça-se sobre a nossa capacidade de sonhar e o quanto ela é fundamental na realização de nossos projectos de vida. Os sonhos indicam os caminhos que seguiremos e as metas que queremos alcançar. São eles que nos impulsionam, nos fortalecem e nos permitem crescer. Se os sonhos são pequenos, nossas possibilidades de sucesso também serão limitadas. Desistir dos sonhos é abrir mão da felicidade porque quem não persegue seus objectivos está condenado a fracassar 100 % das vezes.
A vida passa rápido e está repleta de acontecimentos efémeros, que se diluem no tempo. Pense só no que aconteceu nos seus últimos 5 ou 10 anos. Quantas pessoas conheceu, quantas deixou de ver, quantos eventos se registaram em sua memória, quantas vezes se desiludiu, quantas vezes sonhou? E, no entanto, inexoravelmente, a vida continuou. Quantas vezes, pressionados pela ansiedade e o stress, deixamos de fazer planos e de sonhar? Quantas vezes nos limitamos apenas a sonhar? É como se desistíssemos de viver de forma plena.
Sonhar é lícito mas é necessário que realize muitos dos seus sonhos!

Lições da vida com Augusto Cury

Cury é menosprezado por muitas elites académicas que não apreciam as suas obras dirigidas ao grande público. Ele é um autor que não aprofunda temas científicos mas deseja fazer chegar a um grande número de pessoas os seus ensinamentos sobre a vida e sobretudo como podemos, através do saber pensar, da inteligência e do auto-domínio controlar algumas das áreas mais problemáticas do nosso dia-a-dia como as angústias, os medos, o stress e outros malefícios tóxicos que nos fazem perder qualidade de vida.
Um dos pequenos livros de Cury que aprecio é "Revolucione Sua Qualidade de Vida" lançado no início dos anos 2000. O exemplar que tenho em minha biblioteca foi-me oferecido pelo autor no dia 2 de Janeiro de 2003.
O que posso destacar deste livro? Muita coisa. Mas há nele uma afirmação que convém reter: "A maioria das pessoas sofre inutilmente".
Primeira questão que se levanta é: o sofrimento é válido quando é útil para nós? Questione-se sobre o assunto. Todo o sofrimento é inútil? Quem conhece bem a vida sabe que o sofrimento pode ser o caminho, talvez mesmo a porta de acesso a novos e melhores patamares da existência. Pelo sofrimento podemos redimir-nos, renovarmo-nos, reequilibrarmo-nos, recuperarmos esperanças e saberes esquecidos. Nem todo o sofrimento é pois inútil.
Mas, Cury, quer dizer que há muito sofrimento totalmente inútil, que não serve para nada senão para nos magoar e mergulhar no desespero. E aí, Cury, tem razão também. É que, algum dia, chega sempre a hora de sofrermos: uma decepção, uma desilusão, uma perda, uma desesperança. Diz ele: "não tente segurar a sua tranquilidade, pois mais cedo ou mais tarde ela irá embora e a ansiedade baterá nas portas da sua emoção". Em vez disso, treine cultivá-la (a emoção), educando-a, protegendo-se contra estímulos (situações) stressantes. "Contemple o belo nas pequenas coisas da vida e não fique girando em torno dos problemas".
Como a vida não é estática (nem a morte, penso), ela está sempre em transformação. Virão dias melhores, outros piores. Muito sofrimento é imaginação pura, sobretudo quando sofremos por antecipação e medo. Se tivermos amanhã um exame escolar ou uma intervenção médica é natural ficarmos ansiosos. O medo espreita porque algo pode correr mal. Mas isso é apenas uma ideia, um estado de alerta, um sentimento de intranquilidade. Pode ser doloroso, perdemos o apetite, vamos dormir mal. Será justo sofrer assim?
Não sofra pois inutilmente. Pergunte a si mesmo, sempre que algo estiver para acontecer, se é justo estar a sofrer devido ao assalto de emoções negativas. Controle-se pelo pensamento e pela inteligência. Use a sua sabedoria (da vida) para travar o sofrimento que não preste. Não sofra por quem não mereça um só pensamento seu (às vezes temos de ser egoistas, sim), não se deixe manipular por quem não lhe queira bem. E não tenha medo dos obstáculos e desaires da vida.
Nelson S Lima

VOCÊ PENSA LIVREMENTE?

Será? Você é uma pessoa mesmo independente? Não estará a ser manipulado, enganado e seduzido pela própria sociedade? Pense seriamente nisso. Talvez você não seja tão livre de pensar como lhe parece. A sociedade e os seus poderosos criaram toda uma série de formas de impedir que você pense criticamente e decida com liberdade e inteligência.
A nossa mente deixa-se facilmente enganar! Por palavras, imagens, ideias. Pense no assunto.

A mente em desenvolvimento

No passado dia 16 de Julho (2009), Nelson S. Lima, do Instituto da Inteligência e Centro de Estudos Augusto Cury (Portugal), proferiu uma palestra sobre "A inteligência das crianças" na Universidade da Criança (UC), sediada no Algarve.
A assistência, constituída sobretudo por psicólogos, professores, educadores de infância e pais de alunos da UC, revelou muito interesse pelos assuntos abordados, desde a influência dos genes na estrutura cognitiva até ao papel do ambiente, da estimulação e das emoções no desenvolvimento da inteligência ao longo da vida.
geral@institutodainteligencia.net

Augusto Cury na Univrsidade da Criança (Portugal)

A Universidade da Criança é um projecto inovador dirigido pela APUC, em Portimão, com o apoio de Augusto Cury e a colaboração do Instituto da Inteligência. Informe-se mais em http://www.building-the-school-of-the-future.eu/

O novo livro de Augusto Cury


O Vendedor de Sonhos é uma saga contada em vários livros com os mesmos personagens. Nessa saga, o drama e a comédia, a dor e o riso, a sanidade e a loucura percorrem as mesmas artérias, invadem os textos e tumultuam a história. Embora haja uma sequência, cada livro pode ser lido separadamente. Eu não imaginava que o primeiro livro, O Vendedor de Sonhos - O chamado, tivesse um sucesso explosivo, em especial porque é intensamente crítico do sistema social e porque grita que as sociedades modernas se tornaram grandes hospitais psiquiátricos onde o normal é ser doente. Agora estamos no segundo livro, O Vendedor de Sonhos - A revolução dos anônimos.
No primeiro livro, O chamado, surge um personagem misterioso chamado Vendedor de Sonhos, ou Mestre, cuja origem e história ninguém sabe, que "chama" os caminhantes para segui-lo numa jornada arriscada para refletir e denunciar as loucuras do sistema social. Os discípulos chamados são tipos desvairados, excêntricos, complexos e confusos. Eu me vejo neles, e creio que vários leitores também. Nesse livro o Mestre inquieta, perturba e instiga seus ouvintes a procurar o mais importante de todos os endereços, um endereço que mesmo os reis raramente encontraram: o interior da alma humana.
No segundo livro, A revolução dos anônimos, o Mestre continua virando a sociedade de cabeça para baixo. Seus discípulos "amalucados", dos quais se destacam Bartolomeu e Barnabé, ganham asas, revelando uma criatividade surpreendente e aprontando mil peripécias. Provocam, satirizam e instigam a tudo e a todos, inclusive o próprio Vendedor de Sonhos. Esta obra mostra que as sociedades são constituídas de heróis anônimos, que não estão sob os holofotes da mídia.
Entre esses anônimos se encontram os deprimidos, que, apesar de abatidos pela cálida dor, enfrentam com dignidade seu inverno emocional; os ansiosos, que, solapados pela inquietação, sonham com dias tranquilos; os portadores de câncer, que, como guerreiros, lutam pela vida e fazem de cada dia um momento eterno; os pais, que esgotam seu corpo e sua mente para sustentar e educar os filhos; os professores, que, com salários magros e sem aplausos sociais, movem o mundo ao ensinar a seus alunos o pensamento crítico; os alunos, que, como frágeis Quixotes, creem que poderão mudar a história sem ter noção de que vivem num sistema social engessado e pouco generoso às novas ideias; os trabalhadores de escritórios e empresas, que não são notados a não ser quando causam escândalos, mas que têm histórias borbulhantes. Todos eles são de alguma forma vendedores de sonhos, embora também vendam pesadelos.
Cada ser humano é uma caixa de segredos, mesmo quando, míopes, não os notamos. Explorá-los, gastar algum tempo com eles é um privilégio.
Como psiquiatra, psicoterapeuta e autor de uma teoria que estuda o admirável mundo dos pensamentos e o complexo processo da formação de pensadores, tenho aprendido muito com cada um desses anônimos e descoberto um tesouro soterrado em seu psiquismo. Sinto-me pequeno perto de muitos deles.
O romance O Vendedor de Sonhos - A revolução dos anônimos, ao destacar esses tipos anônimos, reflete que nossa história é admiravelmente complexa, escrita com lágrimas e júbilo, tranquilidade e ansiedade, sanidade e loucura.
Fonte: revista Veja (Brasil).

Augusto Cury entrevistado pela ZEN ENERGY

Augusto Cury é avesso a entrevistas. Todavia, o seu sucesso como escritor, aconselha a que abra as suas portas aos jornalistas. Assim tem acontecido ultimamente. Depois da Reader´s Digest eis que encontramos na nova revista portugesa ZEN ENERGY uma interessante conversa entre a jornalista Elisabeth Barnard e A.Cury e que é reproduzida ao longo de 6 páginas. Para ler no número de Maio 2009.
Destacamos, seguidamente, algumas passagens.
Pergunta: Os seus livros têm sempre temas muito sérios e profundos. Como funciona a sua escrita?
Resposta: Essas ideias surgem porque porque eu aprendi a perder o medo de me perder nas trajectórias do meu pensamento, das minhas emoções, questionando o que é a vida como espectáculo único e imperdível, ficando deslumbrado com o fenómeno da existência (...). Mais adiante, Cury termina a resposta alertando-nos: "A existência é como um grande teatro e nós vamos ensaiando a nossa peça existencial e, em breve, todos nós encerraremos o último acto da existência diante da plateia em lágrimas, no pequeno palco de um túmulo".
Pergunta: Por poder exprimir-se como o Augusto se exprime, pensa que foi escolhido para nos dar esses ensinamentos, para nos abrir a mente e tentar analisar o que está dentro da nossa cabeça?
Resposta: (...) sou apenas um pequeno aprendiz, um semeador de ideias. (...) Eu sou apenas um psiquiatra, um investigador da última fronteira da ciência onde nascem os pensamentos (...).
Pergunta: Que mensagem poderia transmitir a todas as pessoas que estão a sofrer com a crise?
Resposta: (...) sejam vendedores de sonhos; se sonharem não tenham medo de falhar; se falharem, que não tenham medo de chorar, e, se chorarem, que repensem as suas vidas, mas que não desistam. Há sempre uma nova oportunidade.
(...) eu gostaria que todas as pessoas nunca desistissem das pessoas que amam, que lutassem sempre pelos seus sonhos e entendessem que, apesar dos seus defeitos, já não são um número na multidão, mas sim seres humanos únicos, estrelas vivas no teatro da existência.

Se desejar contactar com a revista ZEN ENERGY escreva para a directora e.barnard@joeli.pt ou visite o site www.joeli.pt/zen/

Miss Brasil 2009 leitora de Augusto Cury

Em entrevista aos jornais brasileiros, Larissa Costa, professora e recém-eleita Miss Brasil 2009, confessou que o seu livro preferido é: "Pais Brilhantes, Professores Fascinantes", de Augusto Cury, relacionado à minha profissão. Mas é um livro que eu recomendo para todo mundo, mesmo para quem não é da área de educação".
Notícia de 13 de Maio de 2009 (ler toda a entrevista em http://www.primeiraedicao.com.br/?pag=entretenimento&cod=2184).

A espiritualidade

Num mundo cada vez mais accionado pelos interesses materiais e económicos é importante não esquecermos a natureza humana e espiritual de que também somos feitos. Todos somos um EU, uma pessoa completa e diferente de qualquer outra. Todos temos um cérebro, tantas vezes demasiado racional e objectivo, que contem igualmente células carregadas de energia espiritual e não apenas psíquica. É essa natureza espiritual e humana que devemos cultivar, partilhar e difundir.

Espiritualidade que não é sinónimo de religiosidade. Eu, por exemplo, sendo um ser também espiritual não sou, todavia, religioso. Na verdade, confesso, as religiões nem sempre são boas conselheiras pois muitas vezes cometem tremendas injustiças, são dominadoras, manipuladoras da mente e das emoções, conduzindo ao fanatismo, à fé cega e desprovida de sentido crítico.

A espiritualidade tem mais a ver com o mundo dos sentimentos, das profundidades do nosso ser, com a intimidade humana da alma. Se acreditamos num Deus ou não isso para mim não é importante pois, como disse, a espiritualidade não obriga a que sejamos seguidores de uma religião ou de um credo.

Ser espiritual é colocar ao nível da inteligência do nosso quotidiano atitudes, comportamentos e práticas dotadas de valores, princípios e normas que reforcem o nosso carácter e a capacidade de tomarmo decisões justas e honestas. Ser espiritual é, na verdade, ser inteligentemente humano.

Finalmente, agora que todos os dias e a todas as horas nos anunciam um ano 2009 muito problemático, é importante que os decisores políticos e os detentores do capital levem em conta que não somos apenas consumidores, pagadores de impostos, gente anónima e sem poder algum nas mudanças que transformam o mundo. Cada pessoa encerra em si um capital intelectual, emocional e espiritual que não pode ser ignorado nem desprezado por ninguém, muito menos pelos senhores do mundo.

Cultivemos pois a nossa inteligência não apenas através da valorização do nosso conhecimento mas também através da harmonia e da paz que têm como fonte de inspiração a nossa espiritualidade. E saibamos ser saudavelmente críticos e auto-críticos para gozarmos a plenitude dos nossos recursos e talentos. Por isso, usemos também o direito à indignação e ao protesto. Sem medos, nem inibições.
Nelson Lima. Curso Psicologia Multifocal.

O Futuro da Humanidade

Não podemos confiar mais nos velhos e desgastados modelos mentais que nortearam a sociedade humana até ao ponto de ruptura e de falência em que vivemos.
A crise de que todo o mundo fala foi despoletada por um conjunto de factores que já se fazia anunciar há dezenas de anos, mas que poucos se aperceberam. Não é uma crise económica. Esta é apenas uma consequência. E de quê?

Ler mais em www.psiquemultifocal.blogspot.com

ENTREVISTA COM AUGUSTO CURY

É isso que é preciso para ser feliz?
A felicidade não é linear, não é fruto de uma casta, não é um dom genético. A felicidade é um processo de conquista. Uma pessoa para desenvolver uma emoção com o máximo de prazer tem de aprender a fazer muito do pouco. Quem precisa de grandes eventos e sucessos para expandir o prazer de viver asfixia a sua emoção. É necessário fazer das pequenas coisas um espectáculo para os olhos, para ser feliz - diz Augusto Cury.
Para ler toda a entrevista >> clique AQUI

Dito por Augusto Cury

RELAÇÃO COM DEUS "Não tenho uma religião, tenho um Deus. A busca de Deus não é fruto de um cérebro apequenado mas exigente. Fui o maior dos ateus mas fiz o percurso inverso ao do cientista e concluí que quando a ciência sai, entra a fé."
FANTASMAS PESSOAIS "Comecei a escrever para exorcizar os meus fantasmas. Toda a criatividade é inerente à essência de quem cria. Acabei com três mil páginas e uma nova teoria, ‘Inteligência Multifocal’, que ninguém entendeu."
PONTO DE VIRAGEM "Aos 21 anos, estudante de Medicina, vivi uma crise existencial que me reduziu ao caos e à dor: ou me entregava a ela ou aprendia com ela. Aprendi a aprender."
In jornal "Correio da Manhã", Portugal

Entrevista à revista ELLE

Sobre a Felicidade.
Entrevista a Nelson S. Lima, director do Centro de Estudos Augusto Cury. Como se conquista a felicidade? Eis uma das respostas:
"Na paz interior, na conquista do equilíbrio das forças que nos orientam na vida, tal como o amor, a amizade, a auto-realização, o aproveitamento dos recursos pessoais (como a saúde, a inteligência, a asssertividade, a capacidade de aprender, etc.).
O consumismo excessivo destrói a simplicidade, fragiliza o Eu Pessoal, conduz à esterilidade dos sentimentos tornando as pessoas insensíveis e ao mesmo tempo obcecadas com a conquista de riquezas que ampliem o seu espólio de bens materiais. A esperança em encontrar a verdadeira felicidade por meio desse tipo de conquistas é uma ilusão, uma distorção da consciência que pode arrastar as pessoas para a solidão e a angústia existencial
".

Brevemente, toda a entrevista nas páginas da revista ELLE.

Instituto da Inteligência no Brasil

Um estudante finalista do curso superior de arquitectura de Salvador da Bahia escolheu o Instituto da Inteligência como tema para o seu trabalho final de graduação na Universidade Federal da Bahia.
O trabalho consta da elaboração de um projecto arquitectónico de uma sede do instituto naquela cidade para responder à diversidade de serviços a prestar à comunidade local e regional (cidade e Estado da Bahia).

O Poder Oculto do Inconsciente

Curso em 9 de Maio, no Porto!
Está demonstrado cientificamente que tomamos consciência das nossas decisões meio segundo depois de já a mente ter decidido! Estranho? Pois é. É como se uma inteligência inconsciente agisse em nosso nome pondo em causa a ideia de que somos seres totalmente dependentes da nossa consciência e que mandamos plenamente nos nossos pensamentos. Parece que não é bem assim que as coisas se passam. Leia o artigo do neuropsicólogo Nelson S. Lima em www.psiquemultifocal.blogspot.com/ (Centro de Estudos Augusto Cury).

A mente segundo Augusto Cury


Eis os 4 grandes fenómenos universais comuns a todos os seres humanos (três deles independentes da vontade mais o controle consciente do "Eu") que trabalham sinergicamente nos bastidores de nossa mente para produzir o fantástico mundo dos processos de construção dos pensamentos e da transformação da energia emocional e motivacional:

O Autofluxo da Energia Psíquica
O discurso sobre o fenómeno do Autofluxo da Energia Psíquica indica que a nossa mente vive numa dinâmica constante e inevitável desde os primeiros pensamentos produzidos pelo feto até o fim da vida do ser humano. É impossível para nós interrompermos o fluxo de nossos pensamentos pois o Autofluxo da Energia Psíquica actua independente da nossa vontade consciente. Até mesmo a tentativa do vácuo de pensamento já é uma manifestação do pensamento.
A Autochecagem da Memória
A produção de conhecimento tem como base o fenómeno da Autochecagem da Memória. Muitos dos pensamentos e emoções gerados nos bastidores de nossa mente são produtos de um fenómeno que actua clandestinamente lendo determinadas áreas da memória, sintetizando pensamentos e modificando o conteúdo de nossa emoção "sem que tenhamos autorizado tal actividade".
A Âncora da Memória
Sobre o fenómeno da Âncora da Memória Cury procura abrir os nossos olhos para o facto de que nem todo conteúdo de nossa memória está disponível para ser lido num determinado momento existencial, mas sim algumas áreas determinadas por esse fenómeno. Segundo Cury, os deslocamentos da Âncora da Memória consistem na variável intrapsíquica de maior relevância em relação ao conteúdo de nossos pensamentos. Em momentos e fases de vida de forte turbulência emocional a Âncora da Memória pode "travar" restringindo o nosso acesso a “diversos arquivos existenciais”, tornando-nos rígidos, pobres e pouco qualitativos nos nossos pensamentos gerando não poucas vezes várias distorções na interpretação dos factos e situações psicossociais.
O EU
Finalmente, o fenómeno do Eu pode ser definido como a nossa consciência existencial do mundo que somos e em que estamos, em resumo, a nossa identidade existencial, a nossa consciência de nós mesmos. O Eu, através do processo de interiorização existencial pode exercer um domínio no redireccionamento dos outros 3 fenómenos; porém, jamais interromper ou eliminar essa actuação. O Eu é ao mesmo tempo servo e líder do Autofluxo, da Autochecagem e da Âncora da Memória. Sem uma postura firme, apaixonada e determinada do “Eu”, a nossa produção de pensamentos e emoções fica entregue aos outros 3 fenómenos intrapsíquicos os quais têm a função primordial de "financiar" gratuitamente o funcionamento da mente, porém o pensamento crítico, centrado em princípios humanísticos, é a responsabilidade principal do “Eu”.
Caso esse fenómeno não amadureça qualitativamente ao longo do processo existencial, a nossa produção de conhecimento pode ter muito pouca qualidade gerando todas as formas de violação dos direitos humanos.
Para saber mais leia www.psiquemultifocal.blogspot.com

Universidade da Criança segue ensinamentos de Augusto Cury


Clique nas imagens para ampliar e poder ler!
Portugal

Psicologia Multifocal na rádio!

A PSICOLOGIA MULTIFOCAL assim como a obra de Augusto Cury foram tema de reflexão na rádio no dia 6 de Fevereiro entre as 15h e as 16h30, por convite da TSF/rádio notícias(Portugal)
O jornalista João Paulo Menezes entrevistou o neuropsicólogo doutor Nelson S. Lima, responsável do curso "Psicologia Multifocal". Sintonize-se em http://tsf.sapo.pt/paginainicial/.

A doença é o grito da alma agredida!

Nelson S Lima (Instituto da Inteligência):
Temas de Psicologia Multifocal
"O papel da psique na doença está cada vez mais demonstrada na pesquisa científica. A propósito, o escritor Peter Altenberg disse que "a doença é o grito de uma alma agredida”.
Talvez a pessoa hipocondríaca seja aquela que melhor ilustra esta situação. Ela vive obcecada com o medo das doenças.
Ela tem sensações no corpo que as interpreta como sintomas de doenças. Ela somatiza os seus medos, a sua angustia existencial. Ela quer viver plenamente mas o seu ego se retrai perante desafios cujas coordenadas desconhece. Ela tem dificuldade em se auto-conhecer e experimentar a aventura de viver. Ela recolhe-se em seu casulo. Ela preferiria regressar ao ventre da mãe onde se sentiu, em tempos, protegido. Ela é um assustado animal que se perdeu na floresta e desconhece o caminho do regresso.
E, assim, a hipocondria pode ser definida como uma perturbação de natureza psicossomática onde a mente angustiada exerce tão grande pressão sobre o organismo que as sensações mais inofensivas se transformam em medo. Não tanto o medo da morte mas, pior ainda, o medo da vida!"
Saiba mais em http://www.nelson-lima.blogspot.com/, http://www.idademaior.iol.pt/ e http://www.reddoms.com.br/ (Brasil). E dia 6 de Fevereiro, na emissora TSF, das 15h às 16h30, Portugal.
Curso dias 7 e 14 de Fevereiro (sábados), na cidade do Porto.

O papel da mente na saúde e na longevidade

Não há nada de novo mas a medicina tem dado muito pouca importância ao tema, mesmo depois de se ter criado o termo "psicossomática" para descrever as alterações orgânicas e as enfermidades que são provocadas, afectadas ou estimuladas pela psique, os comportamentos e os estilos de vida.

Ao contrário do que geralmente está convencionado, a mente não está alojada na cabeça. Ela está centrada no cérebro mas os seus efeitos distribuem-se por todo o organismo a cada instante. Já todos percebemos como uma emoção forte acelera o coração ou como ficamos "gelados" com uma notícia aterradora. Mas, subtilmente, mesmo o estado do nosso humor e do nosso ânimo, afectam todo o corpo, ainda que disso não tenhamos consciência.

Quantas indisposições "físicas", quantas doenças e perturbações não têm origem no nosso mundo psíquico, por vezes nas memórias emocionais, sem que disso tenhamos consciência. Infelizmente, os médicos, de uma maneira geral, tratam os problemas psicossomáticos com alguma indiferença, até mesmo com algum desprezo. E, não obstante, o tema é científico e não esotérico. Faria muito bem a muitos médicos perceberem um pouco mais da psicologia humana e tratarem dos doentes mais do que das doenças propriamente ditas.

O assunto é sério, ultrapassa o entendimento de alguns curiosos e aventureiros que debutam no campo das medicinas alternativas e seus anexos, exige especialização e, por isso, aqui fica o meu alerta.

Tenha em conta que todas as enfermidades têm algum tipo de ligação íntima com a psique e o estado de espírito; variam de aspecto, frequência, predisposição e gravidade em função da personalidade (a pessoa no seu todo) e dos padrões de comportamento e, finalmente, devem ser objectivamente estudadas e acompanhadas por quem sabe.

A influência da mente (das disposições, dos pensamentos, das emoções, etc) sobre o corpo (incluindo o próprio cérebro) é muito grande (estima-se que 80% das doenças atualmente conhecidas são "alimentadas", quando não provocadas, pelos estados de espírito).

Mais do que o tão badalado "pensamento positivo" (uma já estafada crença nem sempre fácil de cumprir) necessitamos é de melhorar o nosso auto-conhecimento, o nosso equilíbrio emocional e sentimental, a nossa auto-estima e a nossa capacidade de tomarmos decisões e assumir escolhas. Com isso iremos melhorar o nosso sistema imunitário, isto é, as defesas que o corpo gera de forma natural. Ficaremos então menos vezes doentes e a cura será mais rápida.

E, assim, a longevidade pode então ser uma conquista da inteligência mais do que dos genes, dos fatores ambientais e da sorte. Porque ser inteligente é saber fazer opções. Mesmo na saúde.

Saiba mais no curso O CÓDIGO DAS EMOÇÕES, brevemente no Porto e em Lisboa.

A verdadeira inteligência

Uma pessoa inteligente é a pessoa dotada de uma personalidade completa. Um dilema se coloca, porém, ao ser humano: é que o facto de saber que tem inteligência pode tornar-se na sua glória ou na sua agonia. Tudo depende do uso que fizer dela. A inteligência não é garantia de Sabedoria, Felicidade, Competência, Discernimento e Talento. A inteligência é uma possibilidade em aberto, um recurso pessoal, uma potencialidade feita de emoções, sentimentos, pensamentos, memórias, sonhos, desejos, ambições. A inteligência tem de ser cultivada.

Não se gabe pois do seu Q.I. Os resultados dos testes de Q.I. não me impressionam porque apenas revelam uma parte insignificante do nível da sua inteligência. Veja: você pode ter um Q.I. elevadíssimo e estar na prisão por ser um criminoso (aliás, as prisões estão entre os lugares com maior número de gente inteligente por m2).

Assim, o que me fascina e atrai são as personalidades inteligentes! Como ditou o sábio indiano Osho "uma pessoa inteligente está perfeitamente satisfeita com o possível. Ela trabalha para o provável; nunca trabalha para o impossível nem para o improvável, não. Ela olha para a vida e para as suas limitações". Sabe reconhecer e ampliar os seus recursos, as suas possibilidades. E sabe utilizá-los com justiça, honestidade e equilíbrio.

Nelson Lima. Texto inspirado na obra de Augusto Cury e outros autores.

A vida depois dos 50.

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TALENTO SÉNIOR
E o site

SABER VIVER!!!

O Instituto da Inteligência estabeleceu uma parceria com o portal português IDADE MAIOR (www.idademaior.iol.pt/), o qual oferece informação especializada e de qualidade a todos aqueles que entraram numa fase da vida em que o que conta é saber viver. Sempre pela positiva, procura ir ao encontro das preocupações e interesses de quem já dobrou o cabo dos 50 mas que ainda quer gozar os muitos anos que lhe restam. Bem estar, beleza, nutrição, pequenos prazeres, relações familiares, fitness ou notícias do mundo são apenas alguns dos temas abordados. Mas não só. O objectivo dos seus promotores - a agência de comunicação Brandkey (www.brandkey.pt/) - é criar uma grande comunidade IDADE MAIOR. Veja também nossa página www.talentosenior.blogspot.com/.

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