Nosso Plano de Objectivos 2010

Desenvolver actividades de investigação académica sobre a Teoria da Psicologia Multifocal (TPM).

Estabelecer a ligação entre os ensinamentos da TPM tornando-a acessível ao grande público.

Promover workshops, seminários e outros eventos sobre para psicólogos, professores e outros seguementos.

Desdobrar a TPM em acções de formação específicas como a Consciência, a Memória, as Emoções,etc.

Incrementar a aplicação dos conceitos da TPM no desenvolvimento de talentos, inteligência, coaching, etc.

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Augusto Cury em PORTO FELIZ

A Prefeitura de Porto Feliz (Brasil), através da Diretoria de Educação e Cultura, promove no dia 08 de fevereiro, às 19h30, uma palestra motivacional com o escritor Augusto Cury, no Porto Feliz Tênis Clube. O encontro será para 700 professores e auxiliares de professores da rede municipal de ensino e marca a abertura oficial do ano letivo no município que começa dia 11.
De acordo com o diretor de Educação e Cultura, Miguel Arcanjo de Almeida, a palestra é uma maneira de estimular e incentivar o corpo docente. “Nosso objetivo é melhorar cada vez mais o desempenho dos nossos professores e consequentemente o ensino oferecido aos alunos”, disse.
Saiba mais em http://itu.com.br/noticias/detalhe.asp?cod_conteudo=21708

2012: o que você pensa do assunto?

O que pensa você deste assunto?
Bobagem? Ficção científica? Só para ignorantes? Marketing?
Responda em

Instituto da Inteligência na revista ELLE

Foram 17 perguntas da jornalista Sandra Gato ao director do Instituto da Inteligência, doutor Nelson S Lima. Esta foi a última:
ELLE: Pode fazer-me um resumo breve do livro que vai publicar em breve?
Resposta: O meu livro fala de tudo isto (a mente humana) e dá sugestões. Aborda temas como a “mente instintiva”, a “mente emocional”, “os códigos da felicidade”, os “níveis de desenvolvimento pessoal” a que cada um de nós pode ascender, etc. É um livro prático que também tenta diluir alguns dos enigmas da vida como a “consciência” e o “espírito”. Inclui a uma breve história da mente humana (recuando 2 a 4 milhões de anos) e uma projecção do seu futuro (para daqui a 100, 1000 ou 1 milhão de anos). Acredito que será um livro muito interessante e para todos os públicos.
A entrevista será publicada numa das próximas edições da ELLE.

Instituto da Inteligência: quantos amigos você tem realmente?

A edição de hoje do diário português " i ", um dos mais modernos e conceituados jornais europeus, escreve sobre a quantidade de relacionamentos e sobretudo amigos que cada um de nós é capaz de ter. O trabalho, assinado pela jornalista Clara Silva, baseia-se na teoria denoninada "número de Dunbar" a qual diz que o nosso cérebro apenas é capaz de interagir e realizar/cultivar amizades com um máximo de 150 pessoas. Tudo isto vem a propósito do que se passa nas redes sociais tão em voga na internet onde existem pessoas com mais de 4000 amigos (na verdade, contactos ou membros virtuais). Solicitado a comentar este novo fenómeno proporcionado pela internet, Nelson S Lima, do Instituto da Inteligência, explica que aquele número "pode ser flexível" e que, "o que importa, não é o número mas sim a qualidade das relações e a disponibilidade que temos para as cultivar".
Confirme em ww.ionline.pt/conteudo/43489-no-facebook-cabem-5-mil-amigos-na-sua-cabeca-so-150 (na versão em papel pode ler o artigo na página 23 onde se encontra mais desenvolvido).

A problemática dos filhos únicos!

O jornal " i " publicou, na sua edição do fim-de-semana de 23/24 de Janeiro, e inserido na revista "nós", um trabalho da jornalista Ana Catarina Ferreira intitulado "Príncipe ou Ditador?". O tema é sobre os filhos únicos.
Segundo o Instituto Nacional de Estatística existem, em Portugal, 600 mil famílias que têm apenas um filho (por comparação veja-se a diferença: existem 134 mil famílias com três filhos).
Educação, personalidade e comportamento dos filhos únicos são as questões centrais deste trabalho jornalístico em que participam a psicóloga Ana Pina Martins do Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA), o consultor e neuropsicólogo Nelson S Lima do Instituto da Inteligência e uma mãe norte-americana, Carolyn White, gestora do site www.onlychild.com (nos Estados Unidos é de 23% a percentagem de mulheres com apenas um filho).
Para ler nas páginas 30 e 31 do suplemento "nós" do jornal i (www.ionline.pt).
Para ler a entrevista integral visite www.academiadepais.blogspot.com/ (página de PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO).

Tipos de Memórias

Na Psicologia Multifocal (de Augusto Cury) existem dois tipos de memória que são centrais para entendermos o funcionamento da mente:
- a memória existencial (ME); e
- a memória de uso contínuo (MUC).
Estas duas memórias formam a totalidade da história intrapsíquica de um ser humano, contendo, portanto, todos os segredos da sua vida.
A Memória Existencial (que os neurocientistas chamam de Memória Autobiográfica) representa as experiências que vão sendo registradas ao longo da vida. A Memória de Uso Contínuo representa as informações que vão sendo usadas e rearquivadas continuamente, tais como os endereços das residências e dos e-mails, os números telefónicos, as fórmulas matemáticas, as palavras que compõe uma língua.
É fácil de perceber: por que conseguimos nos "lembrar" de maneira mais exacta de determinadas informações? Porque elas são usadas continuamente e, consequentemente, são novamente arquivadas, ficando mais disponíveis para serem lidas. Se deixarmos de usar determinadas informações, elas vão sendo substituídas e arquivadas na memória em zonas de acesso mais difícil.

Livros mais lidos em 2009 (Brasil)

Os livros mais lidos no Brasil, durante 2009, foram A Cabana de William Young, Comer, Rezar, Amar de Elizabeth Gilbert e O Código da Inteligência de Augusto Cury (todos ocupando o 1º lugar das vendas).
No que respeita aos livros de Augusto Cury o 4º lugar foi ocupado por O Vendedor de Sonhos, em 8º Nunca Desista de Seus Sonhos e em 10º O Vendedor de Sonhos e também A Revolução dos Anónimos.

Conhecer as emoções para SER FELIZ

Lançado em 2001, o livro "Treinando a Emoção para Ser Feliz", de Augusto Cury, é uma das suas melhores obras.

Numa época caracterizada por medos, incertezas, pensamentos acelerados, angústias e depressões, "treinar a emoção é desenvolver as funções mais importantes da inteligência tais como aprender a gerenciar os pensamentos, proteger a emoção dos focos de tensão, pensar antes de agir, se colocar no lugar dos outros, perseguir os sonhos, valorizar o espectáculo da vida" - escreve A. Cury no prefácio do livro.

Há, nesta obra, uma advertência muito curiosa e oportuna: "muitos livros de auto-ajuda vendem uma ideia inadequada do que é ser feliz" - escreve Cury. "A felicidade - diz ele - tem muitas filhas e filhos: o amor, a tranquilidade, a sabedoria, a alegria, a paciência, a tolerância, a solidariedade, o perdão, a perseverança, o domínio próprio, a bondade, a auto-estima. Nunca se viu uma família tão unida!".

E essa unidade aqui descrita através dos nomes dos seus vários membros (amor, alegria, perdão, etc.) não pode ser desfeita. "Se você maltratar alguns dos seus membros, tem grande chance de perder a família toda" - adverte Augusto Cury.

De forma que a melhor maneira de você cultivar a felicidade é "aprender a conhecer o mundo da emoção". Veja: a felicidade, diz o mestre, é amiga do tempo e nós precisamos de tempo para treinar a emoção. Mas, como treinar a emoção? Não são as emoções demasiado biológicas, arreigadas em nosso organismo e nossa psique, para poderem ser treinadas? Sim, as emoções são feitas de estruturas pesadas.

O medo, por exemplo. É uma emoção básica, essencial à vida. Em doses normais, o medo apenas aparece quando se justifica. Ajuda a nos proteger contra os perigos. Mas, quando incentivado por uma sociedade complexa como a nossa, o medo pode tornar-se num monstro horrível e aniquilar nossas potencialidades para sermos felizes (você sabia, por exemplo, que 1% das crianças têm medo de aprender assuntos novos? Parece estranho quando sabemos como as crianças são curiosas e gostam de aprender. Pois é. Mas há crianças que têm medo que as coisas novas que vão aprender na escola lhes tragam surpresas desagradáveis. Preferem o comodismo da ignorância (infelizmente, muitos adultos também sofrem do mesmo mal e preferem - mesmo! - manter-se incultos e analfabetos, recusando novos saberes que só poderiam enriquecer suas vidas).

As emoções podem ser chamadas de "básicas" ou primitivas quando, como o medo ou a ira, vêm inscritas em nosso código genético como instrumentos de defesa e sobrevivência. Nascemos com elas. Outras, como a vergonha, são aprendidas. São emoções de 2º nível. Adquirimo-las ao longo do nosso crescimento através da interacção social com os outros. Veja como os outros podem então ser determinantes para a nossa vida emocional: podem fazer-nos sofrer ou fazer felizes. Podem ajudar-nos a sermos senhores de nossas emoções ou escravos delas (pais e professores tenham cuidado com o que dizem às crianças!).

Para que possamos viver mais felizes, Augusto Cury ofecere-nos algumas dicas precisosas. Veja:
- não faça o velório antes do tempo, não sofra por antecipação (os que sofrem por antecipação treinam ser infelizes, gastam uma energia vital, fazem de suas vidas um canteiro de preocupações e stress);
- não faça de sua vida enocional uma lata de lixo social; proteja-se dos focos de tensão, não permita que as perdas e as frustações invadam sua vida;
- não seja carrasco de si mesmo (não seja ambicioso ao ponto de colocar metas inatingíveis para si, não tenha medo de falhar e errar, proiba-se a si mesmo de sentimentos de culpa e nem cobre dos outros o que eles não podem dar!).
Nelson S Lima
Cursos, palestras e workshops em Portugal:
  • Treinar o Pensamento para Ser Feliz!
  • Os Professores e o Código da Inteligência!
  • Auto-descoberta e Felicidade!
  • O Papel da Emoção na Auto-cura!
  • Professores Brilhantes, Alunos Fascinantes!
  • Os Códigos da Escola da Vida.

Informe-se em geral@institutodainteligencia.net

O Futuro do Homem: o nosso destino é o Universo!

Olhando para o passado da evolução humana nos últimos 15 a 20 milhões de anos tudo parece indicar que viemos para ficar ainda que possamos ser apenas mais uma espécie que dará um dia origem a novas ramificações mais evoluídas. Daqui decorre a teoria do Universo Humano. Esta teoria - que me atrai bastante - vê o universo como um espaço imenso que será um dia povoado pelos seres humanos (Nelson S. Lima). Ler texto completo em http://www.osfeiticeirosdaespiral.blogspot.com/

A inteligência não morre connosco!


Você tem consciência da brevidade da vida?
Tal consciência o estimula a buscar a sabedoria
e investir em qualidade de vida?
Augusto Cury

Antes da nossa espécie (que a ciência designa como Homo Sapiens Sapiens) viveram na Terra outros seres com características que a pouco e pouco se foram aproximando da nossa. Esses hominídeos foram muito diferentes entre si. Inicialmente terão sido indivíduos relativamente frágeis vivendo de forma muito primitiva e difícil. Muitas espécies precederam a nossa mas tudo indica que elas se seguiram umas às outras como se cada uma delas deixasse um legado à que se lhe sucedia. Isso durou milhões de anos.

Poucos vestígios nos deixaram da sua presença na Terra. Os estudiosos continuam a escavar o solo à procura de testemunhos desses seres primitivos na tentativa de se reconstituir a nossa verdadeira história. Esse esforço é muito importante, tão importante como enviarmos sondas a Marte ou a outros planetas à procura de indícios de vida.

Estamos pois com um olho no passado e outro no futuro. E é assim de que deve ser, mesmo na nossa vida pessoal. Nós estamos permanentemente entre o ontem e o amanhã mas estamos sempre deslizando rumo ao futuro. Futuro que um dia viveremos como presente e que de imediato fica para trás. É como um movimento perpétuo, como uma onda que atravessa o oceano do tempo.

A inteligência antes do ser humano
Mas estava eu dizendo que somos descendentes de seres que a pouco e pouco se foram espalhando pela Terra cuidando das suas crias, construindo os seus lares e deixando a marca da sua passagem.
A nossa espécie só existe à uns 200 mil anos, segundo alguns estudos. É muito pouco tempo quando comparamos com os 7 ou 8 milhões de anos, um tempo anterior em que já por aqui andavam pequenos hominídeos (setenta milhões de anos antes já tinham desaparecido os dinossauros). Isto são períodos de tempo colossais!

A inteligência chegou à Terra muito antes desses tempos longínquos. Ela surgiu nos pequenos seres microscópios que chegaram ainda há mais tempo pouco depois de se ter dado o milagre da Vida. Ou terá a inteligência chegado com a própria Vida há milhares de milhões de anos?

Estou em crer que sim. E desde então marcou toda a história deste cantinho do Universo através de seres cada vez mais complexos e inteligentes. E assim continuará.

A inteligência depois de nós
Cada um de nós é pois uma peça de um imenso puzzle. E a nossa inteligência, aquela com que nos identificamos e que rege a maioria das nossas escolhas e do nosso destino, faz também parte de um todo universal que vem do passado e vai fluir rumo ao futuro.

Quando nascemos já trazemos as grandes estruturas da nossa inteligência, aquelas que farão de cada um de nós pessoas distintas e com uma história própria. Inteligência que, afinal, já vem de trás, dos nossos antepassados e que nos é transmitida por via natural. Assim, cada um de nós, contém em si mesmo uma parte importante de inteligência muito antiga, tão antiga como a própria Vida na Terra.

Ela nos liga todos uns aos outros, não apenas aos outros humanos mas aos restantes seres vivos, de hoje e do passado. Fazemos assim parte de um ecossistema complexo e inteligente que tem evoluído desde a origem do Universo. E um dia, quando chegar a vez de abandonarmos a nossa viagem, podemos ter a certeza que uma parte da nossa inteligência continuará na Terra e se projectará no futuro dando continuidade e consistência ao fenómeno da Vida. Como? Através dos nossos descententes (filhos, netos, bisnetos...) a quem transmitimos uma boa parte dos nossos genes mas também dos nossos ensinamentos e memórias. Morrer será então e apenas um momento da Vida que nos ligará ao futuro através dos outros.

Nelson S. Lima

Ano: 2010

Você nunca sabe o que acontecerá
no dia amanhã. O ideal não é esperar
grandes mudanças para produzir
grandes atitudes.
Hoje você tem seus filhos, sua esposa,
seu marido, seus pais, seus amigos e
colegas de trabalho. Eles são um
grande tesouro. Mas será que você tem
explorado esse tesouro? Será que você não
se enterrou no solo de suas
preocupações, no terreno da sua
ansiedade?
Saia do labirinto e refaça a sua agenda.
Saia para amar, conquistar novos
caminhos, abrir novos horizontes,
ser líder de seu próprio mundo.
Augusto Cury

Objectivos do nosso Centro de Estudos (2010)

Plano de Objectivos para Portugal e Brasil:
- Desenvolver actividades de investigação académica sobre a Teoria da Psicologia Multifocal (TPM) de Augusto Cury;
- Estabelecer a ligação entre os ensinamentos da TPM e os diferentes públicos, tornando-a também acessível ao grande público;
- Promover workshops, seminários e outros eventos sobre TPM para psicólogos, professores e outros seguementos acadêmicos;
- Desdobrar a TPM em acções de formação específicas como a Consciência, a Memória, as Emoções e outras disciplinas;
- Incrementar a aplicação dos conceitos da TPM nas actividadesde desenvolvimento de talentos, inteligência executiva, coaching, etc.
- Estabelecer relacionamentos com o autor da TPM.
Responsáveis:
Nelson S Lima (Portugal) e Daniel Figueiredo (Brasil).

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